
"...faz de conta
que tudo o que tinha não era faz de conta, faz de conta que se
descontraía o peito e uma luz douradíssima e leve a guiava por uma
floresta de açudes mudos e de tranquilas mortalidades, faz de conta
que ela não era lunar, faz de conta que ela não estava chorando por
dentro, pois agora mansamente, embora de olhos secos, o coração
estava molhado: ela saíra agora da voracidade de
viver."
Lispector














